Fake economy

Padrão

Made in Brazil

Fake economy

Fake Economy
A “moda” atual é o “fake”. Incorporado pelos antigos “orkuteiros” e compartilhado pela mídia “facebookiana”.

Tantos áspas numa só frase para expressar a realidade.

A realidade virtual, ou a virtual realidade em que muitos de nós vivemos, atrás de telas privadas.

Talvez nem mais as telas.

Os brasileiros tem enorme oportunidade de ganhar espaço nesse novo momento tecnológico, de grandes movimentos sociais e sem privacidade.

Explico

  • Até o surgimento das redes sociais, o mundo, e, quem viajou deve saber, imaginava que o Brasil se restringia a floresta amazônica, carnaval e futebol.
  • Nos dias atuais, na era do compartilhamento, o brasileiro (que compartilha até cigarro), envia sua mensagem ao mundo, que depois o Google traduz.
  • Os “gringos” começam a descobrir que bebem café de marca global, mas com grãos do Brasil. Até aviões, quem diria, fabricados na terra do Pelé.

O “fake”, na minha opinião, é uma imitação de algo com qualidade, porém, produzido com mais rapidez e nem sempre por meio de extensa pesquisa ou fonte confiável.

Difícil imaginar, por exemplo, o Japão, da atualidade, país do KAIZEN, produzir algo “fake”. Os japoneses, por lei, investem na educação dos filhos, e prezam pela qualidade, pela segurança e retorno no longo prazo.

Há outros países que produzem e exportam produtos, serviços e notícias “fake”. Com a socialização do “fake”, milhares de pessoas consomem o “fake”, e compartilham, pois, de forma natural, acreditam na sua rede, ou, desejam fazer parte da “realidade virtual”.

Devido ao baixo nível educacional, aumento do poder de consumo e o desejo de socialização, a maior parcela da população brasileira se torna um “target” para a “Fake Economy”.

No futuro, depois de experimentar o “fake”, há esperança (sou brasileiro não desisto nunca) de subirmos um degrau para a economia de qualidade. Com investimento em educação, saúde e visão de longo prazo.

Esse futuro, desejado por muitos, irá mudar quando o país exportar qualidade. 

  • Quando os “gringos” aprenderem que a marca de café só é boa porque o grão tem história brasileira. “Storytelling” “Marketing”
  • Quando houver marcas “ASIONALIZADADAS”, além de Havaianas e Embraer, somente 2 com relevância no maior mercado regional do mundo.
  • Quando os gerentes de expansão internacional visualizarem que as portas dos países estão abertas, pelo sucesso de atletas e modelos tupiniquins. Brasileiros que são cultuados até em rede nacional de tv na Filipinas.

Para exportar qualidade, é preciso cumprir prazos, entregar o pedido. Não entregar “fake”. Brasileiros que trabalham em fábricas no Japão entendem sobre controle de qualidade. Se a entrega atrasar, ou mesmo estiver 0.01 milímetro fora do padrão, o trabalho vai para o lixo.

Milhares desses brasileiros no Japão, produzem carros, navios e exportam ao mundo. A matéria prima e os trabalhadores são brasileiros, a diferença é o país onde se produz a qualidade para exportar.

Made in Japan with brazilian workforce and iron ore from Brazil

Obrigado pela visita.

Para comentar este tema, adicione no Twitter @dinojapao

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s