Faturamento do Facebook

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Campanha no Facebook

Fiz uma campanha de histórias patrocinadas no Facebook e constatei que um LIKE (CURTIR) na página custou $0,25 ou seja ¥25 e conversão de 0,5%.

Se o Facebook tem 1,2 bilhão de usuários ativos/mês e a taxa de conversão média de 0,5% ou 6.000.000 x $0,25 = $1,5 milhão x (limitado nr. espaços publicitários) x (limitado nr. anunciantes) = $xxxMilhões em faturamento.

Já a campanha de interações (Curtir/Clicar) custou $0,14 ou ¥14. Porém a conversão foi maior, 1%. Utilizando os mesmos cálculos acima, geraria em torno de $1,6 milhão por conversão. A diferença deste modelo é que os administradores das páginas podem criar interações com qualquer postagem feita na PAGE. Ou seja, este espaço de publicidade é ilimitado, ao contrário das histórias e anúncios patrocinados do lado direito da timeline. Portanto é a galinha dos ovos de ouro do Facebook. Só falta a empresa ensinar os micro, pequenos e médios empresários a criar conteúdo na PAGE.

 

Google e Yahoo Japan!

No Google, a média é parecida, $0,25/clique ou ¥25 e conversão de 0,5%. A diferença é a rede de parceiros e os domínios da própria empresa, que atingem bilhões de pessoas também. Mas o Google não conseguiu chegar ao mesmo nível do Facebook em relação ao UGC.

A parte difícil nos sites de UGC (conteúdo gerado pelo usuário) é manter a timeline com informações relevantes para as pessoas que interagem na página.
É preciso trabalhar bem o filtro para que haja balanço entre conteúdo de qualidade, interação e publicidade das empresas.
A aquisição do Instagram significou adicionar conteúdo de qualidade para a timeline do Facebook. Precisam continuar atentos para não deixar a rede virar um Orkut e os usuários abandonarem seus perfis.

No Japão, há uma empresa que consegue manter as buscas e domínios (força do Google) balanceados com o UGC (força do Facebook) e acesso a estrutura móvel e comunicação em tempo real (força da Microsoft e Twitter). Além do empreendedorismo e visão de Masayoshi Son. Conheça o Yahoo Japan!

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Melhoria nos processos da vida e do empreendimento

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A figura acima é da página (http://en.wikipedia.org/wiki/PDCA), faz parte de um método para melhoria de processos.

O que são processsos?

De forma simples, processos são passos com um objetivo comum. Por exemplo, você deseja fazer um churrasco, precisa planejar a quantidade de ingredientes, local, data, etc. As vezes há perdas, problemas com clima, etc. Mas de acordo com os erros, vai adquirindo experiência para fazer melhores churrascos ou não.

 

PDCA

Plan Do Check Act é adotado por grandes empresas para melhorar os processos de produção ou administração. Para quem trabalha no Japão, deve conhecer também o Kaizen, que significa melhoria contínua para diminuição de perdas. Muito discutido nas reuniões matinais das fábricas japonesas.

Trabalhei em uma fábrica na província de Aichi e toda semana havia reunião para saber quais eram os erros nos processos e as soluções para melhoria. Em geral, as linhas de produção são compostas por operadores de máquinas e controladores de qualidade (observador de defeitos). Era obrigatório a participação de todos, operadores, controladores, logística interna, chefes. Os operadores e controladores davam pelo menos 1 sugestão de melhoria por semana, mesmo que não houvesse nenhum defeito aparente. E caso houvessem problemas de defeitos mais graves as reuniões eram feitas no mesmo dia.

Empresas de qualquer porte podem utilizar o PDCA. É simples e motiva a inovação dentro da empresa. Inovar não é somente criar algo novo. Significa também melhorar o que já está sendo feito (talvez de forma errada por anos). Nesse caso, talvez não houve o P (Plan=Planejamento) e o empreendedor foi direto ao D (Do=Fazer), portanto é preciso então complementar com o C (Check=Checar) ou analisar onde está o problema e A (Action=Agir) para resolver o problema.

 

Exemplo prático

Um exemplo, se os clientes da loja reclamam que o preço do produto está alto. Pode-se C (Checar) a possibilidade de comprar uma quantidade maior deste produto. Nesse caso, há uma outra fórmula para saber se vale a pena investir mais nesse produto, a fórmula de Pareto (80/20), algo para comentar em outro post. Ou encontrar uma fórmula de comunicar a todos os clientes como foi determinado o preço deste produto.

Este ano o feijão subiu muito no Japão e poucos consumidores pesquisaram sobre os motivos. Como disse o palestrante Ronan Mairesse no seu vídeo abaixo, um problema do outro lado do mundo afeta os brasileiros aqui no Japão e nós precisamos estudar para entender esse mundo complexo. 

O mundo se transforma muito rápido, fortunas são construídas, bilhões são diluídos, produtos são lançados com venda de 7 dígitos em menos de 24h. Se algo está errado na nossa vida ou no dia-a-dia da empresa, vamos usar o PDCA para melhorar.

Os pitchers japoneses na MLB e suas armas

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Quando converso com japoneses (e isso deve acontecer com muitos), a maioria me pergunta se gosto de サッカー(Futebol), sim gosto, mas não como na infância, quando o time da cidade tinha alguma importância.

Ou mesmo quando lembro dos bons momentos assistindo jogos nos anos 80, época do Telê Santana, Zico, Sócrates e cia. No futebol, o momento mais interessante é o gol. No baseball, cada lançamento é como um gol.

Não acompanhei o futebol do Brasil nos anos 90, mas tive a sorte de mudar para o Japão e ver o início de um novo período no Baseball nipônico. O sucesso de Hideo Nomo no Buffaloes e o mesmo impacto do “Tornado” na MLB a partir de 1995 nos Dodgers. Fato que abriu as portas da MLB para outros jogadores, como Ichiro, Matsui, Darvish e cia.

O melhor lançamento de Nomo era o Forkball, também utilizado por outro pitcher japonês na MLB, Kazuhiro Sassaki, responsável por fechar os jogos do Mariners.

Este ano, dois pitchers japoneses ajudaram o Red Sox a conquistar a World Series com um lançamento parecido, o Split Finger. Junichi Tazawa e Koji Uehara. Koji foi aclamado pela crítica como melhor fechador de jogos da MLB em 2013, quebrou o recorde de innings consecutivos sem ceder corridas.

O ano de 2013 foi muito bom para o “ace” Hisashi Iwakuma, apesar do fraco desempenho do Mariners. Ele também um exímio lançador de Fork Balls.

Para 2014, a expectativa é a ida de Massahiro Tanaka para algum time da MLB. Ele fechou o jogo da vitória na Nippon Series um dia após lançar 160 bolas pelo Rakuten Golden Eagles. Tanaka bateu o recorde de vitórias consecutivas da NPB com incríveis 30 jogos. O arremesso que fechou a partida foi um Split Finger.

Fork Ball e Split Finger, as armas dos pitchers japoneses na MLB.

O campeão japonês da MLB

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Este ano (2013) o New York Yankees fez uma homenagem ao ex-jogador e MVP da World Series (2009) Hideki Matsui. Escolheram o jogo de número 55 da temporada, relativo ao número que “Godzilla” (apelido dado pela imprensa) usava no time. Apesar de todo o sucesso pessoal e vários prêmios, Matsui venceu apenas uma World Series.

Tadahito Iguchi, participou e venceu pelo White Sox a World Series de 2005.

Outro grande jogador que por 10x foi escolhido o “Golden Glove”, 10x All Star e também MVP da All Star 2007, Ichiro Suzuki, ainda não participou de nenhuma World Series.

Mas entre todos os famosos batters (batedores), o único que ganhou 2 World Series foi Taguchi So, em 2006 pelo St. Louis Cardinals e 2008 pelo Philadelphia Phillies. Taguchi foi companheiro de Ichiro no Orix Bluewave, mas não teve tanta atenção da mídia na transferência do Japão ao EUA quanto o número 51 do time.

Ichiro foi para o Seattle Mariners em 2001 através de transferência “Posting” antes de se tornar FA (Free Agent) e logo no seu primeiro ano foi aclamado por inúmeros títulos pessoais. Taguchi, percorreu um caminho bem menos glamouroso, após se tornar FA, foi para um time da Minor League afiliado ao Cardinals em 2002.

Ganhou vaga no time principal apenas em setembro daquele ano e só se integrou mesmo ao time em 2003. Porém, em 2004 Taguchi foi mais efetivo no time e ganhou a vaga para participar da World Series. Fato que se repetiu em 2006 quando conseguiu seu primeiro World Series Ring.

Mesmo tendo boa atuação em 2007, foi transferido para o Phillies em 2008, e acabou vencendo a World Series no seu primeiro ano no time.

Taguchi é o exemplo de jogador que não teve muita atenção da imprensa, mesmo a japonesa, mas é o único que conseguiu o feito de ajudar 2 times da MLB a ganhar o tão sonhado World Series.

Hoje ele é comentarista da NHK BS1, canal onde passam os jogos da MLB.

Foto: Wikipedia

Produtos x Serviços

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Depois de alguns meses fora da “esfera blogueira”, volto com a experiência de ter iniciado o trabalho de vendas de produtos alimentícios.

Pela primeira vez tive contato com a realidade das lojas brasileiras, distribuidoras e atacadistas.

Vender serviços é bem mais simples do que vender produtos alimentícios.

A maior dificuldade é o prazo de validade (賞味期限).

A empresa precisa correr contra o tempo para colocar o produto nas prateleiras e os consumidores comprarem antes do prazo vencer. Nesse meio todo, há a logística.

Nos serviços a logística também é importante, porém, nos produtos alimentícios é essencial.

Da produção até o consumo, há um caminho muito grande a percorrer num espaço de tempo pré determinado.

E nesse meio, o trabalho de informação sobre os detalhes do produto devem chegar até o consumidor e ele entender tudo antes de comprar.

Outro detalhe que notei é que um serviço precisa de muita tecnologia para expandir, enquanto que os produtos alimentícios precisam mais de pessoas para o crescimento. 

The Gazette no Brasil

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Pela Yamato Music

Fui num dos maiores eventos de rock do Japão 2 anos atrás, o Summer Sonic. Entre as apresentações das bandas no palco principal, Red Hot Chilli Pepers era o mais esperado do evento, porém,  uma banda japonesa nos chamou atenção pela reação dos fãs e sua excelente apresentação, the GazettE.

Gostei muito mesmo da forma como eles controlavam as fãs japonesas e pensei na hora, como eu nunca havia ouvido falar desses caras?

Hoje li a notícia que eles farão várias apresentações do outro lado do mundo.

Uma delas no Brasil, promovida pela Yamato Music dia 14 de setembro. Vale a pena conhecer este show. Veja um vídeo deles:

Em pesquisa no Google sobre “the GazettE Brasil 2013” vi até petições com mais de 200 assinaturas.

Lista de 45 FB Pages do comércio brasileiro no Japão

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Dinolist comercio brasileiro no Japão

Dinolist comercio brasileiro no Japão

Ranking por ordem de engajamento

Depois de 4 meses, listamos os números das Fan Pages do comércio brasileiro no Japão. Na lista de novembro, apenas 3 páginas tinham engajamento acima de 10%, o que consideramos um nível bom para ser trabalhado. Nesta nova seleção, há 10 páginas acima deste nível. Isso mostra que muitos aprenderam a comunicar-se com seus seguidores no Facebook.

A lista tem colaboração da especialista em Marketing de conteúdo para Facebook @Nill_Tomie e o apoio de quem nos ajuda pelos comentários e mensagens via email.

45 Facebook Pages do comércio brasileiro no Japão