Franquia Seico Mart – Loja de Conveniência no Japão

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Ryu Murakami

Ryu Murakami

A vida é feita de histórias e um dos melhores programas para aprender sobre casos de sucesso empresarial no Japão você assiste na TV Tokyo. É o Cambria, do escritor e cineasta Ryu Murakami. No ar todas as quintas a partir das 22h. Ou pela internet no site Dogatch.

Na edição passada, apresentaram o sucesso do B-1 Grand Prix, a maior competição culinária do Japão, que virou uma marca reconhecida no país inteiro. Nessa competição, o mais importante para os participantes é atrair pessoas para o turismo gastronômico nas cidades do interior com o chamado “B-class-food” ou comidas de segunda classe. O grande diferencial desta competição é que todas as mais importantes mídias do Japão fazem reportagens sobre o ganhador e gera valor para as cidades. Fujinomiya reportou bilhões de yenes por ter vencido duas vezes com seu prato típico chamado Yakisoba.

Seico Mart

Seico Mart – Convenience Store

Seguindo a mesma idéia do B-1 Grand Prix, gostei bastante da história do Seico Mart. Uma rede de lojas de conveniência que tem seu maior mercado em Hokkaido, no norte do Japão. Um dos lugares mais difíceis de acesso devido ao clima polar no inverno, extensão e grande número de idosos. O presidente do conselho Akao Akihico abriu sua primeira loja em 1971, 3 anos antes do 7Eleven Japan. O objetivo era ajudar os pequenos lojistas a sobreviver perante a concorrência dos grandes hipermercados que estavam se instalando na região.

Apesar de muitos dizerem que ele iria quebrar tentando competir com as grandes lojas Akao-San se esforçou em criar um modelo único de negócios que privilegia a logística, os produtos locais e abre lojas em cidades que nenhum outro competidor se arrisca a investir. Com isso, se tornou a maior rede de lojas em Hokkaido, com mais de 1.000 pontos na região. O diferencial da Seico Mart está no preço, frescor e qualidade dos produtos, reconhecido pelos consumidores em pesquisa como o melhor dentre todas as marcas de conveniência. Os produtos com marca própria passam de 300 e o leite Seico Mart é o número 1 em vendas de Hokkaido.

O segredo para o sucesso da Seico Mart não é apenas a busca pelos lucros, mas também a luta para encontrar soluções e as pequenas lojas vencerem no mercado dominado por grandes redes.

Concorrência saudável beneficia as pessoas. O consumidor de hoje não é mais o mesmo de 30 anos atrás, resta as empresas acompanharem as mudanças e inovar para sobreviver.

 

 

Fotos:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ryu_Murakami

http://ja.wikipedia.org/wiki/セイコーマート

As remessas, Angelo Ishi e os engenheiros transnacionais

Engenheiros transnacionais
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Engenheiros transnacionais

Engenheiros transnacionais

Ao pesquisar na internet e o termo “Transnacionais”, achei um paper do Angelo Ishi (pensei que fosse Angelo Ishii), apresentado na “Joint Conference on Remittances”, 12-13 de setembro de 2005, ADB, Manila, Filipinas.

Em inglês, o título da apresentação é:
REMITTANCES FROM JAPAN TO BRAZIL: TRANSNATIONAL CONNECTIONS OF “DEKASSEGUI” MIGRANTS.

Quem não é do Japão, precisa conhecer Angelo Ishi. Vale a pena descobrir sobre o professor, pois considero um dos poucos brasileiros no Japão que impõe respeito perante a sociedade japonesa. As suas opiniões e estudos são amadas ou odiadas, mas muito respeitadas entre os intelectuais e políticos no arquipélago. Sua fala calma, tem a força de um trovão, que se faz ouvir a quilômetros de distância. Infelizmente, Ishi não é adepto as novas tecnologias, ainda não tem Twitter, onde poderia divulgar suas opiniões no meio digital. Quem sabe lendo isso, Ishi comece a fazer um podcast talvez.

Voltando ao paper, achei interessante que a ADB (Asian Development Bank), logo acima do título, tenha escrito de forma explicita que as visões de Ishi, não são necessariamente as mesmas que a deles. Ok! Você convidaria alguém para palestrar, que não tivesse a mesma visão que a sua? (Só se esse palestrante fosse muito bom mesmo hehe)

A palavra “Transnational” que traduzo de forma livre para “Transnacional”, foi o que me chamou atenção. E, se foi escrita por Ishi, valeu-se de alguma pesquisa. Já vi alguns artigos de Iida, Kajita e Ouchi. Mas, há pouco material em português. Achei bastante em espanhol. Portanto, não sei a terminologia correta, se alguém souber, por favor, comente.

Ishi cita que o termo “Dekassegui”  foi incluído no dicionário Houaiss como “Migrantes brasileiros no Japão”. Mas, muitos migrantes não gostam do termo, considerando pejorativo. Que tal este “novo”, “Transnacional”?

O termo “Dekassegui”  no Japão, surgiu depois do final da segunda guerra mundial, quando iniciou-se o milagre econômico do país. Era dado as pessoas que saíam de lugares agrícolas, como Hokkaido (Norte) e íam para regiões como Tokyo e Osaka para trabalhar, principalmente no setor de construção.

Em kanji 出稼ぎ, 出 (De) – vem do verbo sair, e 稼ぎ (Kassegi) – significa juntar dinheiro. Entnao seria sair para juntar dinheiro?

Mas juntar dinheiro para quê?

A grande maioria dos brasileiros que vieram para o Japão no início do movimento “dekassegui”, tinham o sonho de comprar bens materiais, como casa, carro e abrir seu próprio negócio. Nascidos na década de 60 e 70, conviveram com as notícias do “boom” econômico vivido pelo Japão pós guerra, reconstruído com muito minério de ferro vindo do Brasil, através de contratos fechados com a Vale do Rio Doce.

O Japão devastado na guerra, aproveitou toda sua infra-estrutura e industria, antes ligada a armamentos, para produzir e exportar automoveis e peças, através de inúmeros portos, para os EUA e Europa, onde diversos países também viviam seu crescimento econômico.

Na década de 90, já havia notícias de brasileiros conseguindo realizar sonhos “dekasseguis” nos EUA. Portanto, não era algo novo sair do país e tentar a vida no exterior. Junte-se a isto, a oportunidade de conhecer a terra dos ancestrais e escapar das constantes crises monetárias vividas no Brasil.

Neste início, famílias foram separadas, tanto na saída do Brasil, vindo somente o cônjugue, como dentro do Japão, quando os homens iam para as fábricas do setor automobilístico e mulheres iam para as do setor eletrônico, as vezes em cidades distantes ou mesmo trabalhando em turnos diferentes.

As palavras nesta época eram saudade e poupança. Para a saudade, haviam dois remédios, as cartas e ligações internacionais. Para a poupança, tempo era dinheiro, quanto mais horas trabalhando e “juntando”, mais rápido seria a volta ao Brasil.

Como a vida era limitada a trabalho, saudade e poupança, faltou espaço para família, cultura e educação. Estas duas últimas, citadas em diversos artigos atuais, relatando problemas mas poucas soluções.

A saudade foi diminuindo com o surgimento de inúmeros serviços direcionados a esses “Transnacionais”. Importação de roupas, alimentos e bebidas brasileiras, jornais em português, ligações telefônicas acessíveis, baladas e remessas por bancos brasileiros. Com isso, a vida ficou mais fácil no país dos kanjis. As escolas brasileiras “aconteceram” para suprir a demanda das famílias que se formaram no Japão e acabaram também ajudando na vinda das crianças, as vezes sozinhas estudando no Brasil.

Ishi afirma que em 2005, as remessas dos brasileiros no Japão para o Brasil, eram de US$ 2 bi, com contribuição de US$ 250 milhões em taxas aos governos do arquipélago e no mínimo US$ 350 milhões em gastos com ligações internacionais. A média dos mais de 33 mil correntistas do Banco do Brasil era de US$ 25 mil, o que dava um total de US$ 850 milhões.

Ishi, mostra o crescimento dos migrantes brasileiros no Japão, de 176.440 em 1995 para 286.577 em 2004. A teceira maior comunidade de estrangeiros no país. Acrescenta que esse número poderia ser maior, pois ainda havia muitos descendentes da primeira geração que não contavam como migrantes e tinham nacionalidade japonesa. A maioria dos que vieram no início eram homens, solteiros, economicamente ativos, entre 20 e 39 anos, vindo a equilibrar-se em 2003, quando haviam 151.136 homens e 123.564 mulheres. Devido ao crescente número de pedidos de visto de residencia permanente, ele pergunta se poderia trocar o termo “Dekassegui” para “Imigrante”.

Voltando ao tema “Remessas”, Ishi comenta que o Banco do Brasil detinha a maior parte do mercado, mas que dois grandes bancos brasileiros haviam iniciado suas operações. Bradesco e Itaú.

Ishi menciona a capanha, “Seguro para quem envia, fácil para quem recebe” e “A maneira mais simples e rápida de enviar segurança”. Nesta época, metade das remessas eram feitas em quantias de US$ 500. E, enquanto que apenas 2% das remessas a partir dos EUA e Europa superavam US$ 1.000, no Japão, havia chegado a 19%.

Ishi também cita dois veículos de mídia comunitários para mostrar que haviam duas tendencias na comunidade, a dos que investiam no futuro e os que preferiam aproveitar os bens materiais disponíveis apenas aos que vivem num país de primeiro mundo.

Menciona uma pesquisa da IDB Survey, onde aparece o dado que 46% das remessas serviam para gastos diários e 54% para investimentos. Indicando que mais da metade dos que recebiam as remessas não dependiam desta fonte para sobreviver.

De acordo com Ishi, metade dos que responderam que dependiam das remessas para sobreviver, eram de regiões menos favorecidas no Brasil. Enquanto que nas cidades mais desenvolvidas, quase a totalidade não dependiam das remessas.

Ishi, cita também o fato que muitos dos “dekasseguis” conseguiram realizar o sonho do carro e casa própria. Chegando a inflacionar o preço de imóveis em pequenas cidades como Maringá/PR. Na sua percepção, a época, era preciso ajudá-los a atingir o terceiro sonho que era, ter seu próprio negócio. Pois, de acordo com a mesma pesquisa da IDB Survey, 40% dos respondentes disseram que pretendiam ter seu próprio negócio.

Ishi comenta ainda um fato interessante, em 1994 ele conduziu uma pesquisa entre os clientes do Banco do Brasil, com o nome de “Realize o seu sonho”, onde 3.293 pessoas responderam um questionário, e 34.86% responderam que desejavam abrir seu negócio no Brasil, e apenas 2.01% no Japão. Na pesquisa mais recente do IDB Survey, lançar o negócio no Japão subiu para 14% e apesar de insignificante, atentou que 1% desejavam empreender em outros países. Cita o caso de uma família de “dekasseguis” que investiu em um resort em Bali, Indonésia. Correlatando que muitos brasileiros em sua estadia no Japão, viajam para diversos países asiáticos e podem se interessar em se instalar nesses locais.

Dos 24% que responderam não se interessar em empreender, Ishi acredita que talvez sejam por dois motivos. Pessoas que estão conformadas com as perspectivas de longa estadia nas fábricas do Japão e os que desejam reiniciar suas vidas no Brasil como empregados, sem assumir riscos.

Havia ainda os 21% dos que responderam não saber (sem respostas) sobre abrir um negócio. Neste grupo talvez estejam incluídos as pessoas que não sabem quando e como voltar ao Brasil. Alguns poderiam querer abrir um negócio, mas talvez tenham medo da possibilidade de perder tudo (todas as economias que conseguiu no Japão).

Um grande medo para os potenciais empreendedores, de acordo com Ishi, seria a instabilidade econômica do Brasil. E um outro dilema seria manter o mesmo nível de renda que tinham no Japão, no seu retorno a terra natal. O que para ele, seria impossível, encontrar um trabalho ou empreender tendo mesmo rendimento, devido a grande diferença nos custos de vida nos dois países.

Ishi encerra com a frase: O desejo de se tornar “Transnational Entrepreneurs” ou na tradução livre “Empreendedor Transnacional”, mantendo um estilo de vida entre dois endereços em dois países.

Todos estes dados de 2005, mostravam uma tendência que foi completamente balançada em 2008… (estourou a bolha do milagre econômico americano).

Os resultados, todos acompanharam pela internet. E o Brasil, se tornou o destino dos “dekasseguis” do mundo. Chegando até a barrar Haitianos este ano.

Em 2005, ano em que Lula veio ao Japão e visitou a Expo-Business, deve ter notado a grande quantidade de famílias e crianças visitando a feira. Neste mesmo ano, o BID, investiu no projeto “Dekassegui Empreendedor” no Brasil. Talvez poderia ter investido no treinamento dos empreendedores no Japão, antes do retorno.

Fato concreto, quando a família tem filho(s), suas despesas aumentam. Aumenta-se também o risco para empreender. E se caso algo der errado, a criança vai sofrer sem ter como ajudar. Diferente dos casos de famílias pobres no Brasil, que não tem nada a perder, não tem comida, casa, inclusão social. Onde as crianças acabam ajudando, para sobreviver.

Os filhos de “dekasseguis” tem acesso aos mesmos benefícios que os filhos de japoneses. Vivem num país de primeiro mundo. Poderiam estudar exatas, principalmente engenharia industrial, que só perde no mundo para a Alemanha.

O projeto de US$ 3 milhões entre BID e Brasil, foi interessante para mostrar que “Dekassegui” combina com “Empreendedor”. A partir de agora, com o crescimento econômico do Brasil, as vesperas da Copa e Olimpíadas, é necessário realizar um novo estudo, para entender as demandas dos “Transnacionais”.

Essas pessoas que saíram de sua terra natal, trabalharam e viveram culturas diferentes, podem ajudar no crescimento dos seus países de origem. Seja na forma de “Empreendimentos Transnacionais” ou com seus filhos “Transnacionais”.

Um caso de sucesso para se espelhar é de um brasileiro que viveu por muito tempo na Europa, aprendeu a vender e amar seu país natal, e hoje é o 8o. homem mais rico do mundo. Ele está realizando “Empreendimentos Transformacionais” no Brasil e no início, só precisou de coragem e empreendedorismo para chegar onde está. Seu pai, outro que transformou o Brasil, estudou engenharia.

Três palavras importantes para o futuro dos “Transnacionais”, engenharia, empreendedorismo e coragem.

Fontes: http://www.wikipedia.org, http://www.iadb.org

Os 7 erros na hora de iniciar uma revista gratuita

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Acompanho o mercado de publicidade para brasileiros no Japão desde o surgimento dos primeiros jornais e folhetos. Época em que um anúncio de página inteira colorida dava para pagar mais de 5 funcionários. Hoje, dificilmente um anúncio pagaria ao menos um.

Mas ao contrário do que ocorria no passado, onde apenas empresas de recrutamento e telefonia anunciavam, agora temos anunciantes dos mais variados ramos. A pulverização fez com que inúmeras empresas pudessem ter acesso aos consumidores mesmo com pouco capital para investir.

A parte mais difícil no trabalho de uma revista gratuita é justamente ensinar esses pequenos empreendedores sobre marketing e branding.

Comparando as primeiras edições de revistas gratuitas no início da década, em que os anúncios não seguiam padrões de cores e formas, até as edições atuais, onde temos várias agências produzindo o design, podemos notar a evolução do conteúdo nos materiais gratuitos. Inclusive na parte editorial, com diversos profissionais conceituados internacionalmente escrevendo matérias para os mesmos.

Mas infelizmente, ainda vejo erros nos novos empreendimentos. Veja abaixo:

  1. Foco – Principal objetivo do empreendimento muitas vezes é apenas “Status” e isso não paga salários.
  2. Equipe – Geralmente a equipe é muito grande, dividida em vários setores logo no início do projeto. Com isso o custo operacional é alto, aumentando o trabalho do setor comercial e diminuindo o lucro, consequentemente impedindo o crescimento.
  3. Distribuição – Considero a parte primordial de uma revista gratuita e algumas empresas não atingem o público alvo em relação ao conteúdo publicado.
  4. Eventos – Principal erro de revistas e empresas é a falta de ética ao fazer um trabalho comercial dentro de eventos que não apoiou de nenhuma forma.
  5. Precificação – Geralmente atrelado ao foco da revista. O maior erro é quando não valorizam o conteúdo e abaixam o preço significativamente apenas para estar no mercado.
  6. Conteúdo – Grande parte dos empreendedores que iniciam no mercado, não obedecem a porcentagem mínima de páginas pagas pelo cliente e as pagas pela empresa.
  7. Pesquisa – Acabam atuando em áreas onde há muita concorrência ao invés de iniciarem projetos mais inovadores em setores pouco explorados e com grande potencial.

Aliás, o item 7 reflete um erro cometido por inúmeros empreendedores brasileiros no Japão. Pois ao invés de pesquisar qual o nicho de mercado que ainda não foi explorado, preferem copiar um modelo já existente e apenas baixar o preço do seu produto ou serviço, diminuindo assim a qualidade de todos em detrimento da diversidade e inovação.

Leilao.jp

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Acompanho o mercado Brasileiro no Japão há muitos anos. Principalmente os negócios na Internet. Desde o pioneiro Braznet, que desenvolveu os primeiros sites para algumas empresas de mídia e comércio. E lá se vão uns 12 anos.

Algumas empresas no Japão se destacaram nesse ramo por investir mais em tecnologia do que outras. Mesmo chegando depois, conseguiram abocanhar uma fatia maior dos consumidores de produtos através do comércio eletrônico.

Hoje temos diversas empresas atuando no setor de produtos alimentícios, roupas, suplementos, carros e até ¨brinquedos para adultos¨.

Mas o site que teve o melhor desempenho durante a crise no ano passado (2009) foi o Leilao.jp, pois conseguiu aumentar o número de usuários cadastrados (difícil tarefa hoje em dia), produtos oferecidos, visitas diárias, páginas vistas além de banners, lojas certificadas, usuários qualificados, oportunidades para novos negócios além de ficar por algumas semanas em primeiro lugar no ranking dos sites Brasileiros no Japão, de acordo com a metodologia de análise baseada no Alexa.

Para ter uma idéia do crescimento em números:

-9.000 usuários cadastrados em maio para 16.000 em dezembro, ou seja, mais de 10% da população ativa no mercado Brasileiro do Japão.

-2.000 produtos em maio para 6.800 produtos em dezembro, número maior que muitas lojas tem em seu estoque físico atualmente.

-80.000 visitantes unicos mensais para 140.000 visitantes em dezembro, que significa mais de 100% da população ativa no mercado Brasileiro do Japão.

-1.500.000 page views para 2.800.000 pv, número próximo ao que a rede social Last.fm obtém de usuários do Brasil.

Em menos de 1 ano o Leilao.jp conseguiu chegar no topo dos sites de comércio eletrônico na comunidade Brasileira (Latina) do Japão. O grande diferencial é que todo o conteúdo do site é gratuito e de fácil visualização. Baseado principalmente na divulgação de produtos com fotos e explicações detalhadas. Com a adição de outras línguas como o Inglês, Espanhol e Japonês, 2010 será o ano para atrair novos usuários.