Venda para brasileiros no Japão

Brasileiros no Japão
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Brasileiros no Japão

Venda para brasileiros no Japão

Os brasileiros no Japão tem alto poder aquisitivo. Pelos dados do Ministério do Trabalho do Japão, do total de 207 mil brasileiros residentes, existem 100 mil trabalhadores registrados no país. O salário médio deles está em torno de ¥2.5 milhões anual (estimativa pessoal), ou R$ 52 mil (estimativa pessoal).

O total anual seria de ¥250 bilhões ou R$ 5.2 bilhões.

A melhor plataforma online de negócios desses brasileiros hoje é o Leilao.JP, veja uma apresentação do site.

Apresentação Leilao.JP

*Publieditorial
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Mudança de hábitos

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Se eu tivesse estudado engenharia, o tema de hoje poderia ser “Plataformas de comunicação”. Porém, apenas analiso o comportamento das pessoas para ajudar empresas a vender mais e inovar.

Inovação significa novidade ou renovação, e está mais ligado a ciência do que ao comportamento humano. É a geração de melhoria nos processos. Justo o que a Encyclopædia Britannica resolveu fazer depois de 244 anos, uau!

Hoje é um marco histórico, e para quem trabalha com impressos, deve ter levado um susto enorme. Quando uma empresa bicentenária toma uma atitude dessas, mexe com todo o mercado mundial. A frase deles é “Looking Ahead” e “Change: It’s Okay. Really.”

Alguns dias atrás havia escrito um post com o título “As revistas e jornais vão acabar?” no qual comentei sobre a comunicação de duas vias. Um questionamento em relação as mudanças de hábitos dos consumidores.

A mídia impressa passa muita credibilidade para o consumidor, talvez pelo fato de utilizar o tato e visão no ato de ler um anúncio ou texto. O que poucas empresas enxergam ou não querem ver, é o fato de termos na plataforma digital, a possibilidade de atingir mais sentidos com a utilização de dispositivos novos, como os TABLETS.

Com um iPad ou similares, pode-se utilizar vídeos e botões de toque. Desta forma, utiliza-se o tato, visão e audição. Criando assim, um ambiente para a interação com o conteúdo, o que gera a comunicação de duas vias, onde o consumidor pode enviar o link para outras pessoas, fazer comentários, gostar ou não através dos botões interativos.

Nos anos 90, haviam 3 jornais impressos editados para a comunidade brasileira no Japão. Quando comecei a trabalhar com impressos grátis em 2004, eles ainda estavam em circulação. Algumas pessoas desta época reclamavam que as revistas gratuitas tinham acabado com o mercado de jornais pagos.

Hoje, através da notícia sobre a Britânnica, temos a resposta sobre os questionamentos e reclamações. Foram as pessoas que mudaram seus hábitos, pois as revistas gratuitas na comunidade não utilizavam textos factuais. Os jornais perderam espaço para a mídia digital, pois o acesso ao conteúdo do Brasil, que antes dependia de conexão de tv por assinatura ou textos impressos publicados com “Lag“, se tornou acessível no mesmo instante que da publicação online do outro lado do mundo.

A internet, a partir do começo do século XXI, trouxe a rapidez e redução de custo para se obter informação em português no Japão e em outros países do mundo. Com isso, grandes portais como UOL, Terra e outros, ganharam acesso dos brasileiros no exterior. Fato que contribuiu para a diminuição das vendas dos jornais e o alcance dos anúncios publicados nos mesmos, pois a maior parte do conteúdo vinha de agências de notícias.

No ano de 2005, quando o mercado publicitário da comunidade estava no auge, bancos, telefônicas, empreiteiras e empresas do setor de transporte investiam valores consideráveis, e diversas revistas entraram no mercado para competir por um pedaço do bolo, que girava talvez em torno de $ 10 milhões/ano. Em 3 anos, o faturamento dos jornais foi fatiado por cerca de 30 revistas e projetos impressos. Resultado, os jornais pararam de ser editados.

O que deve-se enxergar é que a internet abriu o caminho para a informação gratuita e de distribuição sem limites de fronteira. Mudou hábitos de leitura dos consumidores, em especial os brasileiros no Japão, carentes de informação em português. E há um novo hábito na comunidade brasileira no arquipélago, o ato de fazer negócios online. As empresas precisam inovar e enxergar as novas plataformas digitais para se comunicar com os consumidores, pois a comunicação online é uma realidade na comunidade brasileira no Japão. A ótima banda larga móvel, faz com que uma pessoa consiga fazer compras ou vendas online no intervalo de 10 minutos de descanso da fábrica, de dia ou de noite, esteja em Gunma, Aichi ou Okinawa.

Fonte: Britannica.com e Wikipedia.org